Desliguei o telefone e voei.
22 de novembro de 2008
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Quando se tornou jovem, criou asas, quis voar, mas não sabia pra onde.
Quando adulto era, suas asas já bem alinhadas, direcionavam todos seus caminhos. Porém o que não funcionava era a cabeça, que teimava em levá-lo pra lugar nenhum, a ponto de ele nem querer voar.
Tomou a viola em teus braços, cortou suas próprias asas e decidiu apenas caminhar, pra onde ele não queria ver, somente chegar.
Talvez chegasse, mas a tal vontade de voar de quando era jovem…
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