Sem sentido.
27 de junho de 2008
Já foi, será!
Sou eu quem vê
Se nada é,
Pois não quis ser
E sou depois
Meu meio e fim
E no começo
Sem dor, sem mim
Por que sopra você?
O vento é que empurrou
E pude nem saber
Que mesmo assim ficou
Inerte sem mover
E aquele que correu
Desperta em seu viver
E que agora sou eu!
Mesmo assim vivendo
Temendo os poréns
Sentindo o que não conheço
Coisas que só tu tens
Será? Já foi…
Veja você, eu
É nada se
Quiser ser..


Comentário por Laiz Mara — 1 de julho de 2008 (13:53)
“Me diz como fugir do que levamos por dentro?”
=.