Inesperada Introspecção

“Pensamentos clandestinos invasores de um comum.”

Tarde sonolenta

13 de junho de 2008

Resisto ao que me intriga
Procuro o que me interessa
Nem corro, assim com pressa
Que é pra não haver qualquer briga

Pretendi ser mais o que?
Durante o tempo a percorrer
E esse quê; de não ser
Talvez preceda o anoitecer

Desde ontem quase não durmo
Pensamento vagueando no meu infinito sonhar
É tão intenso, quando sumo
Quase não querendo preguiçar

E quando às tardes estou sonolento
Intriga me vem novamente
O que simplesmente não entendo
Como isso não me faz doente

Dar chance ao suficiente
Deixar de lado o que é demais
Isso, tenho em mente
Que é pra não parar jamais

Pretendo não ser
Serei o que será
Deixando-me viver
Sem o que esperar

Resisto ao que me intriga - esse sono me mata
Prometo o que posso cumprir
Que é pra não haver qualquer briga, por isso vou devagar
Agora, com licença, me ponho a dormir

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