25 de fevereiro de 2008
Ao passo que o tempo passa, passa minha vontade de ver tudo do mesmo modo que via antes…
Confuso?
Pois é, mas é isso que tenho em minha mente.
Elegante, eu?! Nem um pouco, nem gostaria de ser. Acho eu; mas como disse não tenho constantes pensamentos, uma linha de conduta de reflexões cheias de nexo, pelo contrário!
Às vezes acho que muita coisa que digo ou escrevo só faz sentido no momento mesmo. Daí é que vem aquilo, de se fazer o que tem vontade. Se tenho vontade de falar sobre determinado assunto, vou eu lá e falo. Mesmo não conhecendo a pauta à fundo, vou-me adentrando sei perceber e saio dizendo quaiquer coisas.
Esse pode até ser mais um desses, que nem sei que sentido fará amanhã, mas deixo-me levar por sentimento, razão ou coisa assim.
"A elegância de todo o ser…"
Elegância aqui, só na aparência do blog, pois todo o resto pode ter característica mutáveis conforme o leitor - se haver -, o tempo, enfim, tudo que faz mudar, sabe?
Achava que elegância era característica que fazia a pessoa colocar os guardanapos no colo, usar diversos talheres num jantar, falar sobre política e música clássica. Ah, quem é que gostaria de seguir as coisas à risca? Qual a diversão teria se não o que é desvirtuado? Ora, deixe as coisas irem e aceite-as com o coração!
Muita gente se preocupa muito com a aparência e não cuida de seu interior. Não falo da estética, da beleza, mas sim da beleza de desfrutar aqueles sentimentos que realmente deseja sentir. Independentemente de todos os fatores que levam nós a fazer coisas que não é de nosso gosto.
[continua...]

