17 de dezembro de 2007
Cala-te opaco e obscuro dentro da noite
Deixa-me dizer o que me importa
Dizem que tua calma é coisa não comum
Eu dou-te meu abrigo pra que o vento não te leve embora
E água trouxe foi uma vida em pleno azul
Pois só o que não consta mais em tua voz sutil
Claro e escuro, ao mesmo tempo, vento para o sul
Voa longe, que da morte corre com mais brio
Tempo além que a gente tem
Agora vou levar
Da minha vida sem ninguém
A onda à bater no mar
O tempo é pouco, pra muito tempo…
6 de dezembro de 2007
O dia que era noite pra voltar a ser denovo - Da luz se fez dia;
I.
Ah, se da luz veio meu caminho
Corri da escuridão por me guiar; só
O fel que cortava o paladar
Das cinzas, do pó, vi crescer meu Céu
II.
Cito o dia porque a noite fez-se, agora, manhã;
Um tempo depois dos dias a mais
Só o que ficou é o que bom
Já disse, da escuridão nem olho pra trás
III.
Se em dias que me vejo só
São dias que me encontro mais
Te ver assim, de longe
Já me faz bem demais
IV.
Enfim,
Basta crer também
Que o atrito foi-se acabando
Basta olhar à frente
O lugar logo encontrando.
[benício]
3 de dezembro de 2007
A única maneira de me manter nisso é postando, ou seja, ter em mente assuntos interessantes (pelo menos pra mim). Portanto, cá estou eu, sem assunto e deveras preocupado com o próximo post.
Poderia muito bem ter a inspiração correndo em minhas veias neste exato momento, porém (sempre há um porém) o que me vem à mente é simplesmente os comprimissos que tenho para com a empresa e a faculdade.
Gostaria que todos os dias, me viesse lembranças, inspirações, porém a iluminação não é grandiosa à minha pessoa. Acho até que esse ‘recesso’ faz com que eu me inspire mais, me torne mais ‘assuntado’.
Pelas brilhantes músicas que ouço, o que não me faz brilhante; Pelo ar que respiro que me faz andar pra continuar a respirar. Despesso-me dos ocultos que aqui me visitam e peço que aquilo que é bom se multiplique.