O Journaul.
19 de setembro de 2007

À partir desse momento me deparei com a importância do jornalismo se fazer útil na vida das pessoas. Da coisa toda que se ouve e se vê dizendo por aí, tire 20%, que é o que realmente interessa à sua vida e o decorrer dela. Mas sabemos que não resistimos à uma pequena fofoquinha, pela qual sempre dá pra saber quem pegou quem, fulana que beijou cicrana e namorava com beltrano, que não sabia que sua mulher seria lésbica. Enfim, é o imbróglio que faz disso melhor. A intriga, a bisbilhotice, a baderna polêmica é o que chama a atenção do povão; o que não importa.
Sabemos que a responsabilidade de nos manter informados é extrema, pois assim formam-se opiniões relevantes ao prosseguir de caminhos de cada um, pro futuro, pro passado, pro hoje.
A indagação do algo interessante à fazer vem após a leitura."Quem se importa?!", de fato ninguém; mais que alguém, todos!
Porém dali vem a bonança, que provém do bom, da boa argumentação. Aquilo se vê e assiste se põe no comportamento das pessoas, refletindo as pessoas mesmas. Está aí, a tão dita responsabilidade jornalística, a necessidade de levar a informação útil à pessoas. Mostrar a cultura que se pode obter, o amor que cisma se brincar de se esconder. Levar a coisa boa a vida não tão boa da gente que vive.


Comentário por Raphael Noélio — 8 de outubro de 2007 (10:43)
Pois é, amigo.
O jornal faz bem à que bem faz, entende.
O que tem a intensão polemissista é dose, porém é o que vende!
Comentário por Sabrina Totié — 8 de outubro de 2007 (10:48)
BenÃcio e seus blablablás!
Mas amo essas aneiras todas.
Quando ele toma umas e outra fica ainda mais filósofo!
Amo, amo e amo!
bjs!