Inesperada Introspecção

“Pensamentos clandestinos invasores de um comum.”

O Journaul.

19 de setembro de 2007

À partir desse momento me deparei com a importância do jornalismo se fazer útil na vida das pessoas. Da coisa toda que se ouve e se vê dizendo por aí, tire 20%, que é o que realmente interessa à sua vida e o decorrer dela. Mas sabemos que não resistimos à uma pequena fofoquinha, pela qual sempre dá pra saber quem pegou quem, fulana que beijou cicrana e namorava com beltrano, que não sabia que sua mulher seria lésbica. Enfim, é o imbróglio que faz disso melhor. A intriga, a bisbilhotice, a baderna polêmica é o que chama a atenção do povão; o que não importa.

Sabemos que a responsabilidade de nos manter informados é extrema, pois assim formam-se opiniões relevantes ao prosseguir de caminhos de cada um, pro futuro, pro passado, pro hoje.

A indagação do algo interessante à fazer vem após a leitura."Quem se importa?!", de fato ninguém; mais que alguém, todos!

Porém dali vem a bonança, que provém do bom, da boa argumentação. Aquilo se vê e assiste se põe no comportamento das pessoas, refletindo as pessoas mesmas. Está aí, a tão dita responsabilidade jornalística, a necessidade de levar a informação útil à pessoas. Mostrar a cultura que se pode obter, o amor que cisma se brincar de se esconder. Levar a coisa boa a vida não tão boa da gente que vive.

Enfim, o acaso que faz.

12 de setembro de 2007

Ao acaso pro que for.
(Setembro/2007)

Se não você, o ar, a flor
Não têm mais nenhuma graça
O tempo vai, sem ninguém ver
O que me faz pensar que eu
Ninguém sou sem você

Pra tanto amor
Me deu seu coração
Pr’eu cuidar
De seu clamor

Por mais ver; assim
Porém sem ter
Alguém como você

Ah, vai!
Deixa ser o que é
Para o tempo
Deixar estar

Ao acaso pro que for
Deixa o ontem pra depois
Indo embora até o amanhã
Sempre sendo o que não foi

Ah, e mais!
Fique com que deixo
Pois me queixo
Do que se desfaz

Família, linda de se ver.

10 de setembro de 2007

Sempre achei que essa parada de domingo sagrado fosse pra curtir com a família, comer a macarronada da Vó, aquele franguinho; o bate-papo com o pai sobre o São Paulo F.C. - cada discussão que até parece que sai briga! -; Antes disso, o futebol no Estrela, a visita à Mãe e irmãos, todos espertos e inteligentes, nada a ver comigo. Há coisa melhor, que não a família?! Certamente não.

O refúgio é a família

O acalanto é a família

O Aconchego é a família

O AMOR é família

Tudo é família

 

Pai, Mãe, Irmãos, Filhos, Avós, Cachorro, Gato, Galinha, Passarinho.

Enfim, minhas:

3 de setembro de 2007

"Pois bem,

Não sou de estar só

A ponto de ter um nó

Seguir meu rumo até dar dó

Que eu não sem você estive sem razão

Pra ver o quanto eu posso entender

 

Enfim,

Sem só, de que me vi melhor

Só o tempo pra dizer

E apagar a solidão

Imaginar daqui você,

Meu sonho não é em vão

sem culpa, sem porém

A vida me faz assim

De bem."

 

______

 

"Pois é,

Lutei pra não mais lutar.

Pois bem,

e até que não foi ruim saber amar."

Hermanos.

Tá aí, o que se resume em minha inspiração em fazer música, ou, pelo menos, tentar. Banda de caráter completo, de personalidade forte, chata, interessante. Quatro caras, estudantes da PUC-RJ, certamente nunca imaginaram chegar no patamar a qual foi lhes dado estes anos. Autenticidade pode se resumir em Los Hermanos.

Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Rodrigo Barba fizeram da Música Brasileira coisa nova, atrativa à quem de brasileira, não queria saber de música alguma. São seus álbuns:

 

Los Hermanos: 1999; Hardcore com letras chorosas, romantismo puro. Uso de metais em quase todas as faixas. Traz os Hits ‘Anna Júlia’, ‘Primavera’ e ‘Quem Sabe’.

 

Bloco do Eu Sozinho: 2001; Puta disco contestado, fora do comum, polêmico e bom pra caralho! Poucas cópias foram vendidas deste disco. Os Hermanos mostraram um pouco de seu lado MPB, mostraram que não só eram ‘Oh, Anna Júliaaaaaaa’. Traz ‘Todo Carnaval Tem Seu Fim’,  ‘Sentimental’, ‘Fingí na Hora de Rir’.

 

Ventura: 2003; Arrastando multidões, foi o que confirmou os Barbudos como a melhor banda desta época, ainda não superada. Camelo, ainda mais inspirado mostra que suas músicas são pra qualquer um escutar e sentir. O Ruivo por sua vez, fez-se ainda maior, emociona com suas letras. Ainda com levadas rock, mas pensas à MPB. Tem as canções ‘Cara Estranho’, ‘O Vencedor’, ‘Último Romance’.

 

4: 2005: O último, por enquanto; Totalmente Anti-comercial, fodástico! Por ser anti comercial, totalmente oposto ao que impõe a indústria, não deixa de ser bom. Pelo contrário, fez desse disco a autenticidade concres=ta de uma banda. Vem com ‘O Vento’, ‘Morena’ e ‘Condicional’.

 

Por fim, esses caras, que recentemente entraram em "Recesso por tempo indeterminado" fizeram da música meu viver em sumo. A idéia de trilha sonora em minha vida, até o momento resume-se em: "Los Hermanos", "Bloco", "Ventura" e "4".

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